"Interculturalidade, educação e política pública" para o fortalecimento das culturas originárias

quito, 01 noviembre 2017 PDF

Expositores (desde la Izq.) Teresa Carbonell, Sarah Dichy –Malherme, Franklin Sharupi, Patricio Guerrero (UPS), Freddy Simbaña (UPS) y Anne Gaël Bilhaut

Em 27 de outubro, na sede de Quito, foi realizada a conversa "Interculturalidade, educação e políticas públicas", um espaço de diálogo sobre interculturalidade e educação a partir de várias experiências de campo em ambientes escolares de povos e nacionalidades do Equador.


Participaram do evento acadêmico Sarah Dichy - Malherme, Franklin Sharupi, Anne Gaël Bilhaut e as professoras Teresa Carbonell, Freddy Simbaña, Patricio Guerrero, Hernán Hermosa e Floralba Aguilar, pesquisadores que reflexionaram sobre o contexto da Educação Intercultural Bilíngue (BEI) em resposta ao fortalecimento das culturas nativas em torno da educação através de um diálogo de conhecimento.


Sarah Dichy -Malherme, professora das universidades de La Rochelle e Paris - Nanterre, associada ao Instituto Francês de Estudos Andinos (IFEA), disse que instituições educacionais e culturais não têm apoiado a defesa do território. "O território é o elemento importante para uma educação bilíngue, porque permite o enriquecimento do conhecimento ancestral para a comunidade", explicou.

 

Carbonell, do Grupo de Pesquisa em Filosofia Educiacional (GIFE), explicou que o papel do BEI implica "conhecer e praticar o conhecimento ancestral, não dos textos, mas do campo ou estado de vida das culturas". Da mesma forma, Franklin Sharupi, coordenador da comissão de educação CONFENIAE, referiu-se à luta do território, economia, educação, língua própria, como base para o posicionamento do modelo de educação intercultural bilíngue, como proposta da e para a cultura.

 

O encerramento da conversa foi realizado por Bilhaut, representante da IFEA, que convidou os presentes a continuarem a se questionar sobre sua própria educação, seu próprio idioma, acesso, profissionalização de professores, relação entre academia e povos e nacionalidades e práticas e conhecimentos.


A conversa foi organizada pelo Grupo de Pesquisa em Filosofia Educacional (GIFE) e pelas carreiras de Antropologia e Filosofia Aplicada na sede de Quito e no Instituto Francês de Estudos Andinos.

Carrera: antropología aplicada



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